Iraque relembra impactos de 2003 e exige limites para a atuação de grandes potências
- simuladoonualjazee
- 13 de jun.
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No decorrer da Assembleia da ONU que ocorreu nesta última terça-feira (09/06), a delegação do Iraque trouxe um posicionamento crítico em seu discurso de abertura.
A delegada do Iraque reafirmou seu compromisso com o direito internacional e fez um apelo global pelo estabelecimento de limites claros à atuação de grandes potências em assuntos internos de Estados soberanos. O discurso utilizou o histórico de intervenções estrangeiras sofridas pelo país para ilustrar a necessidade de reformas nas relações internacionais.
A representante iraquiana relembrou os acontecimentos de 2003, período que, segundo o pronunciamento, trouxe consequências devastadoras para a realidade política, econômica e social do país, incluindo a destruição da infraestrutura e a desestabilização de suas instituições públicas.
"Esses acontecimentos demonstram que conflitos prolongados e ações externas, sem um consenso internacional, deixam impactos duradouros sobre a vida de milhões de pessoas", declarou a delegada. "A reconstrução de uma nação exige tempo, esforço coletivo e compromisso contínuo".

Confira abaixo seu discurso completo:









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