"Ir contra os Estados Unidos é ir contra Deus", o último argumento da delegação americana
- simuladoonualjazee
- 16 de jun.
- 1 min de leitura
O representante americano iniciou sua fala quebrando a expectativa de uma postura diplomática. O delegado ironizou as correntes mais idealistas da geopolítica e defendeu o pragmatismo militar e econômico como as únicas vias possíveis para a estabilidade internacional.
"Delegados e delegadas, nós não vivemos em um conto de fadas. Devemos exercer o idealismo do realismo. Não podemos resolver tudo com o poder da amizade e do arco-íris neste mundo", afirmou.
A delegação posicionou o país como a "maior potência global, econômica, militar e cultural", o delegado deixou claro que os Estados Unidos não hesitará em usar toda a força necessária para impor a ordem em um cenário internacional que classificou como "tomado por terroristas, comunistas e heréticos".
"Nós não aceitaremos 'não' como resposta", alertou o delegado, enfatizando o papel militar e financeiro americano na manutenção do equilíbrio global.
O último argumento utilizado pela delegação americana para convencer os outros delegados de votar em suas propostas, foi utilizado uma retórica incomum para o ambiente multilateral: o delegado recorreu a escrituras religiosas americanas para legitimar as ações do país.
"Ir contra os EUA é ir contra Deus. Pois, como a Bíblia Mórmon diz, os EUA é a verdadeira terra santa", afirmou o representante.
Além disso, assegurou que o país agirá como uma barreira intransponível contra o avanço de "comunistas, terroristas, heréticos e satanistas dominando o mundo". O discurso foi selado com o tradicional "Deus abençoe a América!"

Confira abaixo seu discurso completo:









Comentários