Intolerância e blasfêmia: a decisão final da Mesa Diretora sobre o discurso dos Estados Unidos
- simuladoonualjazee
- 16 de jun.
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Logo após a negação das propostas oferecidas pelo delegado americano, o Vice-presidente da Assembleia da ONU fez um anúncio sobre a decisão final que a Mesa Diretora teve do discurso polêmico apresentado.
O primeiro elemento alarmante do discurso americano foi a total incapacidade de lidar com decoro. Em vez de contra argumentar propostas rivais, a delegação optou por desumanizar e criminalizar seus oponentes.
Ao rotular qualquer país que discorde de suas diretrizes como "terroristas, comunistas, heréticos e satanistas", os EUA operam uma simplificação perigosa. Esse vocabulário não pertence à diplomacia do século XXI, ele se refere aos períodos mais sombrios da história humana.
Quando o debate político é substituído pela categorização do "outro" como uma força maligna ou satânica, anula-se qualquer possibilidade de diálogo. O passo seguinte à demonização é, invariavelmente, a justificativa da violência e do extermínio físico e cultural, algo que o próprio delegado sugeriu ao prometer "toda a força necessária".
Por fim, quando o delegado dos Estados Unidos fez o uso deliberado da transcendência religiosa para legitimar o imperialismo econômico e militar. A afirmação de que "ir contra os EUA é ir contra Deus" carrega o peso de uma profunda blasfêmia teológica e moral.










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